

Há quase cem anos, Manoel de Oliveira filmava em "Douro, Faina Fluvial" uma cidade onde o rio era o porto do Porto e o trabalho marcava o ritmo das imagens. Hoje, o Douro já não é o porto do Porto e as sinfonias urbanas são outras. Entre o documentário e a ficção, "Entre Imagens" cruza diferentes olhares cinematográficos sobre uma cidade em permanente transformação. Dos gestos do trabalho às culturas populares, das ruas às memórias, o cinema revela as muitas cidades que coexistem no Porto, entre o que desapareceu e o que está por vir.
Este programa resulta de uma parceria com o Porto/Post/Doc.
En une poignée de mains amies
Num Aperto de Mãos Amigas · A Friendly Handshake
Manoel de Oliveira
1996, PRT, FRA, 30', M12
Batalha Centro de Cinema - Sala 1 · 17H00
No Porto, Manoel de Oliveira leva Jean Rouch até à ponte Maria Pia e, a partir daí, os dois cineastas seguem o Douro em direcção ao mar. Oliveira escreve um poema, recitado alternadamente em português e francês, enquanto o percurso convoca Camões, o Infante D. Henrique e a história do rio. Entre amizade e memória, o filme torna-se uma reflexão sobre o cinema e a criação de novas imagens.
20 NOV. | 17H
Evento de
Há quase cem anos, Manoel de Oliveira filmava em "Douro, Faina Fluvial" uma cidade onde o rio era o porto do Porto e o trabalho marcava o ritmo das imagens. Hoje, o Douro já não é o porto do Porto e as sinfonias urbanas são outras. Entre o documentário e a ficção, "Entre Imagens" cruza diferentes olhares cinematográficos sobre uma cidade em permanente transformação. Dos gestos do trabalho às culturas populares, das ruas às memórias, o cinema revela as muitas cidades que coexistem no Porto, entre o que desapareceu e o que está por vir.
Este programa resulta de uma parceria com o Porto/Post/Doc.
En une poignée de mains amies
Num Aperto de Mãos Amigas · A Friendly Handshake
Manoel de Oliveira
1996, PRT, FRA, 30', M12
Batalha Centro de Cinema - Sala 1 · 17H00
No Porto, Manoel de Oliveira leva Jean Rouch até à ponte Maria Pia e, a partir daí, os dois cineastas seguem o Douro em direcção ao mar. Oliveira escreve um poema, recitado alternadamente em português e francês, enquanto o percurso convoca Camões, o Infante D. Henrique e a história do rio. Entre amizade e memória, o filme torna-se uma reflexão sobre o cinema e a criação de novas imagens.
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