Em maio de 1981, a companhia do coreógrafo norte-americano Merce Cunningham, em diálogo com os compositores John Cage e David Tudor, apresentou um evento na Escola Secundária Garcia de Orta, no Porto. Este momento marcou profundamente estudantes e público, constituindo um episódio singular na história cultural da cidade.
Num contexto ainda caraterizado por uma circulação limitada de práticas artísticas contemporâneas, o encontro com uma abordagem radical do corpo, do movimento e da criação musical teve um efeito de revelação e desestabilização, abrindo novas possibilidades de relação entre arte e quotidiano.
Partindo deste episódio, o projeto propõe a sua reativação num contexto contemporâneo, através de workshops e laboratórios de experimentação performativa com estudantes do ensino secundário do Porto. Estas sessões convidam os alunos a contactar com a história da dança portuguesa do século XX. A escola é entendida como espaço de investigação artística, onde diferentes ambientes se transformam em lugares de criação coreográfica.
O processo culmina numa ação performativa com toda a comunidade escolar envolvida que, em vez de reproduzir o evento histórico, gera um encontro entre a arte e a comunidade escolar. A memória é aqui abordada como matéria viva, promovendo a experimentação, a participação e a liberdade criativa.
Em maio de 1981, a companhia do coreógrafo norte-americano Merce Cunningham, em diálogo com os compositores John Cage e David Tudor, apresentou um evento na Escola Secundária Garcia de Orta, no Porto. Este momento marcou profundamente estudantes e público, constituindo um episódio singular na história cultural da cidade.
Num contexto ainda caraterizado por uma circulação limitada de práticas artísticas contemporâneas, o encontro com uma abordagem radical do corpo, do movimento e da criação musical teve um efeito de revelação e desestabilização, abrindo novas possibilidades de relação entre arte e quotidiano.
Partindo deste episódio, o projeto propõe a sua reativação num contexto contemporâneo, através de workshops e laboratórios de experimentação performativa com estudantes do ensino secundário do Porto. Estas sessões convidam os alunos a contactar com a história da dança portuguesa do século XX. A escola é entendida como espaço de investigação artística, onde diferentes ambientes se transformam em lugares de criação coreográfica.
O processo culmina numa ação performativa com toda a comunidade escolar envolvida que, em vez de reproduzir o evento histórico, gera um encontro entre a arte e a comunidade escolar. A memória é aqui abordada como matéria viva, promovendo a experimentação, a participação e a liberdade criativa.
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