Em parceria com a Fonoteca Municipal do Porto, este projeto participativo convida habitantes da cidade a escolher uma música favorita a partir do Arquivo da Fonoteca ou com a qual mantenham uma relação afetiva, biográfica ou identitária relacionada com a cidade e a partilhá-la numa sessão pública de escuta coletiva. Cada participante apresentará a sua escolha, contextualizando-a através de memórias, experiências ou motivos pessoais, num encontro mediado por Armando Sousa. O projeto procura reunir participantes que reflitam a diversidade do Município, em idade, profissão, origem, classe social ou território de residência, assumindo a escuta como prática democrática e espaço de reconhecimento mútuo. As sessões poderão organizar-se por eixos temáticos, como bairros da cidade, profissões (por exemplo, “dia das cabeleireiras”), gerações ou comunidades específicas, criando constelações sonoras que revelam afinidades inesperadas e diferenças produtivas. A partir destes encontros nascerá um mapa sonoro da cidade, não baseado nos sons do espaço urbano, mas nas preferências de escuta dos seus habitantes. Este arquivo coletivo permitirá cartografar identidades, percursos e sensibilidades, compondo um retrato plural do Porto através das músicas que os seus cidadãos escolhem como suas.
Em parceria com a Fonoteca Municipal do Porto, este projeto participativo convida habitantes da cidade a escolher uma música favorita a partir do Arquivo da Fonoteca ou com a qual mantenham uma relação afetiva, biográfica ou identitária relacionada com a cidade e a partilhá-la numa sessão pública de escuta coletiva. Cada participante apresentará a sua escolha, contextualizando-a através de memórias, experiências ou motivos pessoais, num encontro mediado por Armando Sousa. O projeto procura reunir participantes que reflitam a diversidade do Município, em idade, profissão, origem, classe social ou território de residência, assumindo a escuta como prática democrática e espaço de reconhecimento mútuo. As sessões poderão organizar-se por eixos temáticos, como bairros da cidade, profissões (por exemplo, “dia das cabeleireiras”), gerações ou comunidades específicas, criando constelações sonoras que revelam afinidades inesperadas e diferenças produtivas. A partir destes encontros nascerá um mapa sonoro da cidade, não baseado nos sons do espaço urbano, mas nas preferências de escuta dos seus habitantes. Este arquivo coletivo permitirá cartografar identidades, percursos e sensibilidades, compondo um retrato plural do Porto através das músicas que os seus cidadãos escolhem como suas.
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