Projeto participativo que convida a olhar para os espaços domésticos em busca das relações construídas entre as pessoas e os seus objetos. As casas que habitamos estão repletas de objetos distintos — ferramentas de cozinha, peças artesanais, recordações de viagem, fotografias, têxteis. Nem todos, porém, possuem o mesmo estatuto: uns são puramente utilitários, servindo para desempenhar as tarefas do quotidiano, e outros carregam valor afetivo ou simbólico. São, podemos dizer, objetos belos.
Mas o que define essa ideia de belo? Que critérios nos levam a atribuí-la a determinados objetos e não a outros? Este projeto propõe explorar essas questões, explorando o conceito de belo nos espaços domésticos, a partir do estatuto que determinados objetos ocupam nas vidas quotidianas.
Através de conversas informais e recolha etnográfica, serão documentadas as narrativas associadas a esses objetos, valorizando saberes, trajetórias biográficas e patrimónios invisíveis. O processo privilegia a escuta, a confiança e o reconhecimento da dimensão simbólica do objeto, construindo um arquivo que permitirá aprofundar o questionamento do conceito de belo, para além das narrativas tradicionais centradas nas belas-artes.
O projeto culmina numa exposição pública que reúne objetos e histórias, criando uma ponte entre a esfera íntima e o espaço coletivo. Está também prevista uma publicação que reunirá fotografias dos objetos e dos participantes, sintetizando o processo e as narrativas e prolongando no tempo a memória e o impacto do projeto.
Projeto participativo que convida a olhar para os espaços domésticos em busca das relações construídas entre as pessoas e os seus objetos. As casas que habitamos estão repletas de objetos distintos — ferramentas de cozinha, peças artesanais, recordações de viagem, fotografias, têxteis. Nem todos, porém, possuem o mesmo estatuto: uns são puramente utilitários, servindo para desempenhar as tarefas do quotidiano, e outros carregam valor afetivo ou simbólico. São, podemos dizer, objetos belos.
Mas o que define essa ideia de belo? Que critérios nos levam a atribuí-la a determinados objetos e não a outros? Este projeto propõe explorar essas questões, explorando o conceito de belo nos espaços domésticos, a partir do estatuto que determinados objetos ocupam nas vidas quotidianas.
Através de conversas informais e recolha etnográfica, serão documentadas as narrativas associadas a esses objetos, valorizando saberes, trajetórias biográficas e patrimónios invisíveis. O processo privilegia a escuta, a confiança e o reconhecimento da dimensão simbólica do objeto, construindo um arquivo que permitirá aprofundar o questionamento do conceito de belo, para além das narrativas tradicionais centradas nas belas-artes.
O projeto culmina numa exposição pública que reúne objetos e histórias, criando uma ponte entre a esfera íntima e o espaço coletivo. Está também prevista uma publicação que reunirá fotografias dos objetos e dos participantes, sintetizando o processo e as narrativas e prolongando no tempo a memória e o impacto do projeto.
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